sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Política e o Facebook

       Como quase toda a gente sabe, 2008 foi uma espécie de "ponto de viragem" na forma de fazer política actual.  Barack Obama apostou quase a 100% nas potencialidades da Internet e das redes sociais, tendo sido o caso de maior sucesso nessa àrea. Desde então, um pouco por todo o mundo, as tendências foram de tentar copiar o seu caso de sucesso e introduziram-se na plataforma digital, sobretudo nas redes sociais. 

      De facto, as redes sociais permitem uma maior interactividade, permitem aceder em tempo real ás informações e participar activamente na política. 
    Contudo, o Fragmentos A4, após uma longa pesquisa e análise dos partidos portugueses no Facebook pôde constatar que, embora os cidadãos reconheçam as potencialidades da Internet e de redes sociais como o Facebook, ainda dão muito valor ao contacto directo. Desta forma, o nível de participação online é muito fraco, levando-nos à conclusão que, apesar de estarem a evoluir, as redes sociais políticas em Portugal ainda têm um grande caminho a percorrer até terem, de facto, um peso considerável na política.

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